sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Até mais, pessoal!

Bom, sei lá como falar isso... aqui é o Gabriel falando, e estou saindo da equipe oficial do blog; motivos podem incluir (ou não): vagalidade, vagabundagem, problemas amorosos, preguiça, falta do que fazer, bullying (definitivamente) e, whatever, não vou me demorar ^^"

Muito obrigado a todos os que se deram ao trabalho de comentar, e continuem visitando, não é só porque eu saí que o pessoal vai desistir! *interrompe a festa do Jassa ao lado: "Vocês não poderiam AO MENOS se dar ao trabalho de FINGIR que vocês se importam?" "Tá bom..." *desliga a música*.

Bom, é isso t+ pessoal!

Last Nite... she said... *sai pela porta dos fundos cantarolando*.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

30 Seconds To Mars - A Beautiful Lie

Fala aew galera! Jassa na área xD! Bem, antes de tudo, gostaria de me desculpar pela falta de atualização do blog e tals, mas é que eu e o Gabriel estávamos viajando, então para não sobrecarregar a Kell (Bunduda para os íntimos *alguém vai me matar depois dessa*) agente tirou uma “folga”. Falando na Kell, muito foda a review dela né? Então espero estar agradando um público maior com a chegada da Kell (Seja muito bem vinda ^^). Como o Gabriel está tendo alguns problemas com o computador, vou postar na vez dele tranqüilo? VAMOS A REVIEWWWWWW

Bem a review de hoje vai para o Cd “A Beautiful Lie” da banda da Califórnia 30 Seconds To Mars, que ultimamente vem fazendo um grande sucesso mundial (não é a toa que ganharam um prêmio no EMA desse ano). Você meu caro leitor, deve estar pensando “Porra o Jassa vai falar de emo aqui?”, pois bem meu caro amigo alienado, quero deixar claro que não tenho nada contra o som dos emos, o que eu odeio do fundo do meu coração são pessoas modinhas que seguem ideologias ou ouvem músicas só porque elas estão na mídia momentaneamente. E outra, creio que se você ouvir o som dessa banda e ver as letras, você irá ver que são muito mais profundas que coisas do tipo: “minha namorada me chifrou portanto vou cortar meus pulsos”.

Pois bem, vamos ao Cd. Ao começar a ouvir o segundo Cd da banda composta por Jared (vocais), Tomo (guitarra), Shannon (bateria) e Tim (baixo) você se dá de cara com a música “Attack” que em meio a riffs de guitarra e vocais que vão do lírico a mais pesada distorção, inicia-se o Cd. “Beautiful Lie” tem seu potencial na letra, sendo essa a primeira música que eu diria que deixa claro a maior diferença desse Cd para o primeiro: a maturidade conquistada pelos músicos seja expressa em seus arranjos como nas letras, falando da ilusão a qual muitas vezes nos inserimos quando nos prendemos ao passado, essa talvez seja uma das melhores músicas do Cd.

A música seguinte, “The Kill”, combina mais uma vez arranjos fortes com a lírica do vocalista, onde ambos explodem no refrão, vale ver também o lado pessimista expresso na letra e na linha harmônica que o vocal leva nessa música, algo como se fosse uma voz buscando libertação, que é extremamente ressaltado em vídeos na versão ao vivo da música (vou deixar um link do vctube no final do post ^^).

Passando por “Was It A Dream”, “The Fantasy” e “Savior” chegamos a música que talvez seja a mais conhecida da banda, pelo fato de seu clipe ter ficado extremamente conhecido: “From Yesterday”. Uma curiosidade dessa música, é que o clipe foi um dos primeiros clipes gravados na China, e o mesmo se destaca por toda sua expressão cinematográfica (para quem não sabe o vocalista da banda também é ator, e já fez alguns filmes conhecidos como “Senhor das Armas” e “Clube da Luta”).

“Re-volve” eu diria que talvez é um sentimento de indignidade perante o panorama mundial onde políticas dominam as pessoas e cada vez mais pessoas não encontram sentido para viver (e para nossos leitores alienados, basta procurar qualquer relatório e ver o drástico aumento do número de pessoas que são diagnosticadas com casos de depressão), é como se toda essa situação que o mundo vive estivesse sufocando as pessoas em seu próprio passado e presente.

Encerrando o Cd vem a música “Hunter” que possui uma atmosfera diria que até um pouco assustadora, marcada de ruídos e um vocal sussurrado, que parece brigar em meio a gemidos para se destacar, sendo assim a música que mais sai do padrão da banda. E assim se encerra este ótimo Cd.

Enfim galera, espero que não tenha enchido muito vossos sacos e é isso ae. O link do download e vídeo estão abaixo.

Download – A Beautiful Lie

Versão Live da música “The Kill”

E já sabem, lamentos, aulas particulares, desespero causado pelas notas de final de ano. Abra seu coração com agente!

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Comentários, clique aqui em baixo xD

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Streetlight Manifesto - Everything Goes Numb

-“But…what the fuck she’s doing here?”-Você deve estar pensando… caaalma, eu explico.
Eu sou a kell, amiga do Jassa, e agora a nova integrante do Alternative Cover.Oh man ,uma menina entre os cuecas daqui.Espero colaborar com o blog, e fazer um bom trabalho,sem decepcionar quem tem colaborado ai com o blog,e todos que acompanham as reviews.

Então, chega de enrolação!Vou começar hoje com um estilo ainda pouco explorado aqui no Brasil, o punk-ska.
Para quem ainda não conhece, essa variação do punk traz músicas com seu ritmo marcado por saxofones, trompetes e trombones, além de claro as boas e velhas guitarras, bateria, e baixo.
O ritmo sempre rápido (e tenho que admitir: realmente viciante); é o tipo de música que você não consegue não cantar junto, dançar, e arrisco: até fingir que faz parte da banda



Como review de hoje, uma das melhores bandas de ska norte-americana: Streetlight Manifesto, que foi formada por ex-membros das bandas “Catch 22” e “One Cool Guy”.
Seu primeiro cd foi lançado em dezembro de 2003 com o titulo de “Everything Goes Numb” e mesmo que o estilo não tenha grande repercussão, foi reconhecido no cenário de música alternativa e conquistou uma boa galera por ai.

“Everything Goes Numb” começa com a música que da nome ao álbum, e em sua introdução há influências do ritmo “mariachi, e depois o ritmo fica bem marcado pela bateria, esse “contraste” dá um destaque especial a essa faixa.
Passando por “That’ll be that day”,temos “Point Counterpoint”,com certeza a minha preferida:começa com o violão e somente a voz do Tomas(vocalista) acompanhando até que entra a bateria,e a música ganha um novo rumo;a letra trata sobre suicidio mas de uma maneira um pouco sádica, e não algo do tipo “are you sick of everyone around,with their big fake smiles and stupid lies,when deep inside your bleeding”( Simple Plan -para quem não percebeu ) .

“If and we rise again”, você se sente excluido? Estranho? Escute essa,e vai se sentir melhor,garanto.
Passando por “A better place,a better time”, “We are the few”,
"Failing, Flailing", "Here’s to Life", "A Moment of Silence", "A Moment of Violence” , "The Saddest Song" e a ultima faixa então : “The Big Sleep” que faz referência a Bob Dylan;e fala em geral de uma pessoa impossível de se conviver,e com certeza todos irão se indentificar com a letra, afinal quem não conhece alguém impossível, “666 from hell”, (mas que no fundo você ama)que atire a primeira pedra.

Enfim, EGN segue uma linha de ritmos parecidos, mas que não se tornam enjoativos ao longo do cd (então não adiantaria passar horas aqui explorando cada mínimo detalhe das músicas);é um pouco sádico,da pra dançar,cantar,deixa as pessoas mais felizes e agitadas,é simplesmente perfeito. Escute-o com mais atenção do que escuta sua própria mãe.
E agora você deve estar pensando : oras, mas ela só vai falar isso do cd?
-sim meus caros, isso já basta,agora vá correndo baixar EGN,e entenda
o que digo.

Até a próxima, se tudo der certo. ;]
Download do álbum Everything Goes numb:

http://www.mediafire.com/?cf1mbftum2g
[prometo postar no 4shared depois,mas digamos que ele não quer colaborar comigo agora. ¬¬]


Sugestões?criticas?reclamações sobre o namorado? problemas com o vizinho? Baixa auto-estima? Vamos lá,abra seu coração e clique neste adorável link abaixo, e comente por favor.É rápido,fácil e não mata.
;]

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Rock Rocket - Por Um Rock Mais Alcoólatra e Inconsequente

Fala se galera!!! Jassa mais uma vez aqui! E meu, cada dia que passa mais contente eu fico com o blog e ver que as pessoas estão curtindo e aprendendo (até eu conheci umas bandas novas com o blog, graças a review do Gabriel sobre o The Rapture xD)). Bem, um agradecimento ao povo que tem visitad o blog e principalmente para os que dão sugestões para melhorá-lo. Sem mais delongas, Let’s Go to REVIEW!


A review de hoje vai pra uma banda de São Paulo, Rock Rocket, formada pelo trio: Noel (vocal/guitarra), Alan (bateria/vocal) e Pesky (baixo/vocal), que vêm até agora com seu único Cd, “Por Um Rock Mais Alcoólatra e Inconseqüente”, conquistando a cena independente do país com um punk influenciado por Ramones, Sex Pistols. Enfim, um som simples, porém empolgante.

Bem, como o Cd todo segue praticamente uma mesma base de arranjos, vou falar da parte musical dele em geral, e depois vou música por música especificando letras (o grande diferencial), e algumas variações em sua harmonia. Em geral o Cd é um punk bem simples, lembrando muito Ramones na parte de arranjos, possui riffs de guitarra bem pesados e em sua maioria graves, baterias eufóricas e bem rápidas, além do baixo ditando toda a velocidade da música. Basicamente o som do Cd se resume a isso,

O Cd inicia com a música que leva o nome: “Por Um Rock Mais Alcoólatra e Inconseqüente” começa a mostrar que a banda estava um tanto bêbada quando gravou o Cd, com vocais insanos, inicia-se. A música seguinte mostra um lado mais ‘brega’ da banda (vide o clipe dessa música), “Puro Amor Em Alto Mar” exalta o espírito do rock que a banda possui em seu Cd inteiro, dotada de berros alcoólicos, a música possui todo o espírito insano da banda, além de uma letra que vale a pena prestar atenção.

Avançando para a quarta música do , “Cerveja Barata” mostra todo o dilema que os cachaceiros do país vivem: cervejas extremamente caras em botecos, sendo que nenhum cachaceiro se importa com o bar, desde que a cerveja seja barata. “Quem Depilou Meu Rabo” é quase uma confissão de um porre seguido de uma ressaca que não deu muito certo, com arranjos simples e vocais mais uma vez banhados de cerveja, a música se destaca pelo seu humor presente na música (ou vai dizer que “Minha calça está arriada/Minha cueca toda rasgada/Quem depilou o meu rabo” não é no mínimo engraçado?).

Ao chegar em “O Babaca e a Meretriz” mostra um lado mais calmo da banda, saindo dos riffs de guitarra, grooves de bateria e o baixo extremamente rápidos que compõe um bom punk. Além disso, essa música mostra os sentimentos de um homem que foi deixado por sua mulher só porque ele seduziu a irmã mais nova dela, mas sem cair naquela viadice emo, o personagem dessa música ao invés de cortar seus pulsos quer mais é socar o nariz do seu sucessor. *essa música merece o selo “As feministas Agradecem”*

“Filho do Rock and Roll”, faz uma crítica a pessoas que são modinhas e seguem tendências afirmando que o rock morreu (como diz na música: “A esses eu grito no ouvido você ainda não me conheceu”), mostrando que o rock só morre para pessoas sem cérebro que seguem qualquer modinha nova que apareça na mídia. Após isso vem mais uma música digna do selo “As Feministas Agradecem”, afinal “Lizzie” não é o tipo de mulher que feministas dizem ser uma mulher de verdade, uma mulher “prendada”. Sendo esta, uma das melhores músicas do Cd, falando tudo o que tem que ser dito sem eufemismos nas palavras.

Para encerrar , “Roqueiros Também Amam” fecha perfeitamente , seguindo o molde de músicas que fizeram o Rock Rocket ser a ótima banda que é, essa música possui acordes e vocais batizados em cerveja, creio que essa música mostra todo o teor alcoólico (afinal pra alguém dançar pelado na mesa de um bar, tem que ter tomado bastante!} que o Cd possui, sendo este não recomendado para menores de 18 anos (mentira)! Ah, o Cd também possui uma faixa extra: “Quem Levou Os Meus Cds”, muito boa por sinal.

Bem, este é o som do Rock Rocket, mostrando mais uma vez a originalidade que o underground possui. Um Cd simples, porém cheio de vontade, que foi gravado e lançado por uma banda que só se importa em fazer seu som e nada mais.

Download – Por Um Rock Mais Alcoólatra e Inconseqüente

É isso ae galera! Sugestões para reviews, indicações de Cds (além os que tão no blog), críticas, apedrejamentos. Fale Conosco!

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sábado, 17 de novembro de 2007

The Rapture - Echoes

Falaew pessoal! Gabriel aqui, e cara, valeu pela milésima vez para todos os que estão apoiando (e comentando) o blog; Bom, vamos à review de hoje; mas antes, gostaria de colocar uma singela pergunta que surgiu na minha mente:

Qual é a melhor maneira de se apreciar um álbum? Bom, refletindo um pouco, diria que deve ser um lugar calmo, com um clima bom, uma vista legal, sem nada pra te distrair... Por exemplo, quando eu quero ouvir música, mas assim, ouvir música, eu vou para o meu quarto, fecho a porta, deito na cama, ligo o som, coloco em um volume alto, porém confortável, olho para cima: se for dia, para o sol, para os nuvens, céu azul... Se for noite, para o céu profundo, para as estrelas, para a Lua... e é aí que eu geralmente me pergunto: O que terá acontecido ao telhado?


Bom pessoal, a review de hoje vai para mais uma banda de Nova York, The Rapture, e seu primeiro álbum, Echoes; garanto que, se vocês não ouviram ainda, podem até ter ouvido algo parecido, mas nunca igual. Enquanto os Strokes (minha última review xD) se empenharam em mandar o rock de volta pra garagem, o The Rapture quis levá-lo pra dançar. (Tanto que alguns critícos os chamam de Disco Strokes, embora na minha opinião eles sejam muito mais do que isso, eles têm seu próprio estilo)

Integrantes:

  • Luke Jenner (vocal/guitarra)
  • Gabriel Andruzzi (guitarra/teclado/faz tudo xD)
  • Matt Saffer (baixo/vocal)
  • Vito Roccoforte (bateria)


Em todo caso, esses caras dizem que a maior parte da inspiração deles vem do antigo... Pós-Punk da década de 80 (e pra quem não sabe o que é isso, consultar o "Glossário do Jassa", no post dele sobre o The Killers, já que ele explicou bem ^^");

Se quiserem ter uma idéia do quão... versátil é a música deles, eles já tocaram junto com Franz Ferdinand, The Cure, The Killers e... Daft Punk Oo (Clique no link para ter uma idéia de como são esses fodas da música eletrônica)


Uma das coisas mais legais de se ouvir no álbum é que, em algumas músicas, dá a impressão de que cada um está tocando uma música diferente, e que, impressionante, de alguma maneira aquilo dá uma música coerente; o cantor e a guitarra cantam alegremente numa dupla punk, totalmente indiferentes ao fato de que a bateria e o baixo estão em ritmo de disco. Os teclados então, nem se fala, ignoram o resto da banda: E é aí que você se pergunta: Como isso tudo consegue se encaixar tão bem? Boa pergunta. Se achar a resposta, me mande por e-mail.

Agora, ao álbum: Embora, definitivamente, nem todo mundo vá gostar do álbum, com certeza terá seu momento favorito. Mas não espere que o de todos será igual: O álbum é quase tão variado quanto as influências que a banda tem. Tente não pular músicas: Justo quando você pensa que a música não está para você, que está cansativa, e que você irá clicar/ apertar o botão/ usar a Força para mandar um objeto voando para apertar o botão/ whatever, trocar de música, ela irá pular, virar de lado e mostrar uma face diferente.

A primeira música, "Ollio", explora muito bem os teclados e os sintetizadores, para criar uma música eletrônica de qualidade, enquanto a voz de Luke vai se entusiasmando e desanimando completamente alheia ao fato de que a bateria e o teclado não mudam o ritmo em nenhum momento; em todo caso, o ritmo dessa música é viciante;

Passando por "Heaven", com seu "coro" e guitarra punks (nada mal), teremos uma das poucas músicas que podem ser consideradas quase normais do álbum:
"Open Up Your Heart"; justamente por seu ritmo lento, menos efeitos eletrônicos, dispensar a guitarra, o Punk, o House e qualquer outra coisa, se torna uma música excepcional: Chega quase a lembrar Pink Floyd, ou, whatever, viajando um pouco; . Sua intro somente com vocal e piano suaves, indo depois para bateria e baixo combinando, fazem uma belíssima música.

Após de "I Need Your Love" (Que se encaixaria perfeitamente em qualquer pista de dança, com seus sintetizadores dançantes), vem "The Coming Of Spring", uma das minhas favoritas, que mostra bem o lado pós-punk deles, lembrando muito o som do The Cure e do Bloc Party, principalmente a guitarra roqueira, e claro, com o vocal inimitável do Rapture.

Depois, vem um dos clássicos do álbum: "House of Jealous Lovers". Se a questão é saber a sensação da música, essa música sempre que eu ouço dá uma vontade imensa de sair dançando por aí e beijar alguém que eu não deveria... As batidas House, o baixo super bem colocado, a guitarra finalmente acompanhando o resto da música, o vocal indescritível... tudo contribuí para eu colocar essa música como a minha favorita do álbum.

A sétima do álbum, "Echoes", é o maior exemplo da síntese entre o Dance e o pós-punk, com a bateria no "Tum Tum" do house e baixo e guitarras no rock; no fim da música, todos se juntam em uma viajada completa, como se fosse o "clímax" da música.

E ainda não acabou. Passando por "Killing" e "Sister Saviour", duas ótimas músicas, vem "Love Is All", que, usando exemplos do album, parece uma mistura da melodia de "Open Up Your Heart" com... como vou explicar, com o Tom do Echoes, saca? Bom, quando você ouvir você me entende xD

E, para encerrar, temos "Infatuation". Violão, baixo, bateria fraca, voz melancólica... Não parece nem pertencer a esse álbum. Até a metade. Onde aumenta o volume, a voz tem mais convicção, mas ainda mantém-se o tom. Resumindo em três palavras: Uma bela despedida. E eu juro que estou tendo que me controlar para não fazer a review do segundo álbum deles, Pieces ofThe People We Love. Só ao terminar de ouvir Infatuation, e começar a tocar a primeira do outro disco... Não, vamos deixar pra próxima.

Play Se:
- Quer ver a mistura de diferentes ritmos
- Gente nova inovando música antiga.
- Quer música para ouvir sozinho em casa, se entusiasmar, largar o que você estiver fazendo, começar a dançar, bater o dedinho do pé (já que você obviamente estará de meias ou de chinelo), praguejar e se chamar de idiota. E voltar a dançar.

Eject Se:
- Música eletrônica te dá sono.
- Ou é rock, ou é house, ou é pós-punk.
- Dançar é coisa desses pops... Indies não dançam... No máximo, batemos o pé ritmamente no chão. Aliás, nem isso. Nós, Indies, ouvimos música e comentamos com os amigos. É pra isso que ela serve. E se ficar famosa, eu troco.

Ouça:"Ollio", "Open Up Your Heart","The Coming Of Spring", "House of Jealous Lovers", "Infatuation".

- Download - (Link postado por nós, pode confiar ^^")

E claro, vocês já sabem, sugestões, vaias, um ombro amigo para chorar suas mágoas, exigências em relação à autoria de piadinhas, estamos por aí |/,, .



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Ah, comentários... esse botão simplesmente estupendo, escrito "X comentários", e que depois que você comentar, irá para "X+1 comentários" ^^"

Até mais pessoal, obrigado pela atenção, Inibié os abençoe!

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

We Start Fires - We Start Fires

Fala ae galera! Aqui é o Jassa, e depois do post fodão do Gabriel sobre o Strokes, vou tentar mandar uma review de uma banda que acho que ninguém conhece rs. Antes disso, avisos da paróquia: bem, queria agradecer pela 78923791 vez o pessoal que está ajudando agente e tals, e comentem mandando críticas e o que vocês acham que vai deixar o blog melhor para que nós possamos sempre melhorar a qualidade! Sem mais demora, VAMOS A REVIEW!

Entonces, a review de hoje vai pra uma banda pouco conhecida no Brasil (para vocês terem noção, a maior comunidade dos caras no orkut, tem 19 membros), o We Start Fires. A banda é de Darlington – UK, e o som deles, é um indie que pega umas influencias de punk e eletronic. Uma fusão muito foda. Ah, e para vocês não acharem que eu e o Gabriel somos machistas insensíveis (fato causado pela revolta que certas feministas tiveram ao ver a belíssima capa do Cd do Strokes), o We Start Fires além de ter como vocalista uma mulher (pela qual eu me apaixonei *.*) a banda só possui UM homem na banda, isso mesmo, as mulheres que comandam essa banda! (ou não). *piada sem graça elaborada em conjunto por mim e o Gabriel*

Ao começar a ouvir o único Cd da banda, “We Start Fires” (2007), você se dá de cara com a música “Play You”, que já mostra em parte a fusão que eu referi acima, com guitarras pesadas, um vocal feminino impecável e um sintetizador criando uma atmosfera que lembra New Order, começa essa obra prima. Seguindo, “Magazine” faz você delirar, com a bateria soando freneticamente, é quase impossível ficar parado, sem contar a presença mais uma vez dos vocais que impressionam ao longo de todo o Cd.

“Let’s Get Your Hands Dirty” é uma das minhas músicas prediletas do Cd, ela começa com o sintetizador dominando a música e chega até um refrão onde guitarra, baixo e bateria explodem causando um orgasmo musical em quem ouve. Chegando a “Hipshake”, você sente o baixo distorcido marcado o início da música inteira, dando espaço no refrão aos sintetizadores muito bem colocados, que mais uma vez criam uma fusão perfeita pro som da banda.

“Wicked Spell” e “Trouble” são outras músicas notáveis, seja a primeira por ser a primeira música a apresentar um lado mais calmo da banda, com guitarras com pouca distorção, a bateria acentuando o compasso calmo, e o vocal fazendo você delirar a cada verso cantando, parece até que a vocalista está sussurrando no seu ouvindo quando ela canta. Já a segunda, acentua mais uma vez a fusão da banda, os sintetizadores e vocal continuam viajando e a guitarra entra com um peso, eu arriscaria dizer que forma um punk psicodélico explorado em sua melhor forma.

Passando para a música seguinte, “Strut” mostra um lado simples, sem perder a qualidade, deixando os sintetizadores um pouco de lado, a música é marcada por riff de guitarras dando um peso, que é quebrado num ‘solinho’ bem original e que acentua a criatividade da banda, além dos arranjos de bateria e baixo que pra mim fazem referência ao 'make yourself' usando pelos punks, enfim, simples, porém cheia de conteúdo musical. Passando algumas músicas, “Looking For You”, mostra mais uma vez aquele vocal sussurrado que me chamou a atenção, onde mais uma vez, ocorre no refrão uma explosão musical que, nesta música, chega a ser uma overdose hipnótica (a vocal dessa banda é perfeita, faz você viajar pra caralho!).

“Wired” de uma vez por toda faz você viajar no som da banda, mostrando todo o potencial da banda: guitarras, sintetizadores, baixo, bateria e vocais e perfeita harmonia causando uma fusão em sua mente, se depois dessa música você não sentir sua mente um pouco diferente, é bom você procurar tratamento ^^. Encerrando o Cd vem “Lullabies”, que sai um pouco do padrão da banda, apresentando belos arranjos de violão, sintetizadores dando um ar de mantras e a bateria e o baixo acentuando o ritmo pro vocal mais uma vez demonstrar sua perfeição.

Enfim galera resumir a experiência que o Cd passa é simples, são um bando de jovens querendo fazer música com personalidade e não se preocupando com os padrões que todos sabem que existe no mercado musical no mundo atual. Espero que tenham curtido a review o link do download tá aí abaixo. Se você quer ouvir algo que sai das tendências musicais do mundo, esse Cd é recomendado pra você.

Músicas FODAS: Magazine, Let's Get Your Hands Dirty e Wicked Spell. (mas todas as músicas do Cd são uma obra prima)

Download - We Start Fires

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Para comentar é só apertar o botãozinho escrito comentários aí logo abaixo xD

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terça-feira, 13 de novembro de 2007

The Strokes - Is This It


The Strokes – Is This It

Fala povo! Gabriel aqui mais uma vez, depois da review foda do Jassa, que mereceu até resposta dos próprios integrantes da banda Ecos Falsos, fica meio difícil acompanhar ele, mas estou tentando ^^" Pela sétima vez, muito obrigado para os que resolveram nos adicionar nos seus favoritos, e vamos fazer de tudo para não sair daí; muito obrigado pelos que costumam comentar, e vocês sabem que quanto mais sugestões vocês dão, melhor fica o blog; além é claro de um agradecimento especial ao Hobbes, que conseguiu expressar justamente o que eu estava achando ruim no último post, e que não cometerei esse erro de novo; em suma, obrigado a todos. E cara, devo dizer que está hard achar bandas que a gente queira colocar aqui!Portanto, resolvi fazer de uma banda que já nos foi sugerida mais de uma vez: Sua espera acabou, e aqui vamos nós...

(Antes que me perguntem, essa é a capa original mesmo ^^")


A review de hoje vai para uma banda excepcional: o The Strokes, e seu primeiro álbum, Is This It, que causou uma revolução no mundo do Rock. Vamos a uma rápida review da história da banda:

Os The Strokes (Strokes para os íntimos) são o protótipo e obra-prima do Rock de garagem: A tradicional formação vocalista (Julian Casablancas), baixista (Nikolai Fraiture), baterista (Frabrizio Moretti) e dois guitarristas (Nick Valensi e Albert Hammond). A banda começou também do modo mais tradicional possível; dois amigos de faculdade se perguntando "Que tal fazer uma banda?" Obviamente, foram descobertos por um produtor, essas coisas, vocês sabem como é; Além disso, um fator importantíssimo na divulgação deles foi a internet, que espalhou pelo mundo todo a expectativa do lançamento de cada um dos CDS deles. Continuando, algum tempo depois, lançaram esse álbum aqui, que viria a ser um símbolo da revolução do Rock que eles fizeram. (Curiosamente, já compararam o meu cabelo ao "de aspirante a integrante ao Strokes"... obviamente, considerei como um elogio ao meu gosto musical e uma advertência à necessidade de uma tesoura)

Como o disco soa? Bom, pra mim, é um frenético tedioso. É sério. A voz do Casablancas é de uma tonalidade tão... entediada, como se estivesse cansado de tudo isso, e que tudo vá pro inferno, que eu fico esperando... Porém, as músicas são rápidas, como se tivessem sido gravadas às pressas; cada instrumentista leva a melodia por um ângulo diferente, até que quando você percebe, não tem mais ângulos para explorar; a música está completa.
Em suma, é como paixão coberta por tédio, arrogância. O Rock Alternativo, de Garagem, chame como quiser, em sua forma autêntica. Um tédio indignado.

A primeira música, "Is This It", com uma bela melodia, os guitarristas se interlocando, a voz de Casablancas dando o tom, como se estivesse através de um interfone, dá a impressão de estar falando " Esse é o nosso som, me escute, por favor, senão não irei te deixar em paz", apresenta a proposta da banda. A segunda, "Modern Age", mostra do que os guitarras são capazes, e perde até um pouco da arrogância da primeira; guitarras tocando, empurrando e mais intensas a cada refrão, se entusiasmando, até que vem um riff irado, que sobe como um foguete, deixando uma trilha de distorção atrás de si; o vocal ainda mantém um pouco do tom tedioso, urbano, mas a paixão da música fica evidente. A próxima, "Soma", personifica a alegria contida e intensa.

Nesse ponto, fico com uma dúvida: Do jeito que está, vou acabar comentando o álbum todo, música por música, e ele vai ficar longo demais; mas realmente, caramba, esse álbum tem personalidade própria, e 11 músicas não chegam nem perto do quanto há a dizer desse álbum.

"Barely Legal" mantém a linha de "Soma", porém com vocais mais variados e bem trabalhados, como se o Casablancas tivesse resolvido se soltar e se juntar ao resto da banda; as guitarras mantém o tom de entusiasmo, e a bateria e o baixo mantém o ritmo, acelerado e frenético. Depois de mais duas músicas ótimas, "Someday" e "Alone, Together", vem a que eu pessoalmente considero a minha favorita:

"Last Nite"; Nessa música, eles têm uma confiança tão grande que escondem ótimas seqüências trocando de guitarras atrás de ótimos vocais, em que o Casablancas parece ter tomado umas a mais, se entusiasmado, e soltasse realmente a voz que ele pode fazer; marcando perfeitamente o ritmo um baixo bem tocado (algo raro no rock atual); há um riff de guitarra, com bateria e baixo marcando o ritmo, simplesmente perfeito, imitando o velho rock do Elvis com um toque pessoal;mesmo curto, rouba a cena; a música toda mantém seu ritmo acelerado, apaixonado, com a convicção da música que eles querem fazer, e que sim, essa é a nossa música, muito obrigado, não gostaram, a porta é à esquerda descendo a escada, vamos continuar tocando (Até a letra ajuda: "The people, they just don't understand..."). Como disse minha amiga, "É como estar numa garagem cheia de óleo, ouvindo uma banda nova fundada nos anos setenta, com uma guitarra semi-desafinada e um cantor com voz desapropriada" *citação não literal, pode ter sido distorcida pela minha memória, devendo esse trecho ser regulamentado segundo a lei nº 13733 do Artigo 107, páragrafo 7*. Curiosamente, pegou bem o espírito da coisa: O álbum foi gravado às pressas em um porão de Nova Iorque, no meio de fumaça de cigarro, por 5 jovens que só queriam uma coisa "Alternativa e popular". Conseguiram.
O álbum originalmente possuía como nona música "New York City Cops", a qual foi suprimida do álbum, depois dos ataques de 11/09, em respeito aos policiais (afinal, o refrão da música é "New York Cops, they ain't too smart"); malditos terroristas, maldito imperialismo americano, Bush, Saddan, Bin Laden, seja quem for: acabaram com a divulgação de uma das melhores do álbum: Uma paródia daquelas musiquinhas de seriados americanos, imitando elas, mas no estilo Strokes, com guitarras francamente geniais, riffs e solos únicos no álbum, e que foi uma pena terem sido retirados.
Ao ser suprimida, foi substituída por "When It Started", que escapa um pouco do ritmo geral do álbum, mas que possuí faixas instrumentais originais, que dão um efeito mais "relaxado", como se fossem as férias experimentais do álbum, embora é claro, faixas lentas nunca!
A penúltima música, "Trying Your Luck", mostra bem no que o Strokes é amarrado: corações partidos, indignação e paixão. E claro, música boa.
Por último, mas não menos importante, "Take It or Leave It" que expõe até o senso de humor deles: traduzindo: "Pegue-o ou Deixe-o". A mensagem que ouví nessa música é : "Essa é a nossa música, obrigado ouvir esse álbum, mas DECIDA: AME-NOS OU DEIXE-NOS, QUER OUVIR-NOS, OBRIGADO, NÃO QUEREM, VAMOS TOCAR DO MESMO JEITO, E FECHE A PORTA AO SAIR!"
Isso é o que todos queríamos ouvir. O Rock ainda tem esperança. Obrigado dizemos nós.
Por salvarem o rock dos lamacentos caminhos do Pop.

Play Se:
> Banda de Rock é banda de garagem.
> Acha que o espírito do rock é o "Alternativo para as massas".
> Banda de garagem tem que ter atitude. E cabelos que são manifestos contra o capitalismo.
> Banda de garagem tem muito mais a ver com rock alternativo que punk.

Eject Se:
> Quer músicas simples, tipo um "Jack Johnson".
> Música tem que ser leve.
> Acha que jovens têm que ter cabelos socialmente aceitáveis.
> Pessoalmente... não consigo achar outro... talvez achar que a voz do Casablancas é alternativa demais... Mas na minha humilde e estreita visão de mundo (tá bom...) você terá muito mais motivos para ouvir do que para não ouvir.

Ouça: Todas. Mas atenção especial a "Is This It", "Last Nite", "Modern Age", e isso porque não tou com saco de escrever todas uma por uma ^^"

Download: Aqui (link postado por nós, pode confiar, pra quem não sabe ^^)

Bom, tá aí, espero não ter decepcionado a vocês, fãs dos Strokes, e mostrar aos que não ouviram o quão revolucionária eles são, e que eles merecem. E claro, como vocês sabem, reclamações, execuções sumárias, sugestões, estamos por aí, esperando vocês nos ajudarem a ficar cada vez melhores ^^"

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Comentários: Esse botão maravilhoso, fenomenal e estupendo aqui em baixo; veja como ele parece estar pedindo para ser clicado...

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Ecos Falsos - Descartável Longa Vida

Fala ae puevo!!!! Jassa na área mais uma vez. Então galera, como sempre, quero agradecer ao pessoal que está curtindo o blog, comentando, e divulgando (em especial a Kell 'Bunduda', o Silver e a Nina). Então, como acho que no meu último post não rolou nenhum termo que o pessoal não entendeu, vamos aos avisos da paróquia. Então, o layout novo está perto de ser completado, acho que no máximo no começo de dezembro já rola entra com o blog 100%, mas como imprevistos acontecem, não fiquem tão eufóricos hehehe. Entonces, vamos a review!


Hoje, resolvi dar uma modificada nas reviews que vinham sendo colocadas aqui, você meu amigo leitor deve ter pensado “Pow, o Jassa e o Gabriel só ficam falando de bandas fora do Brasil, e a música nacional?”. Pois bem meu caro amigo, hoje vou falar de uma banda que pra mim é uma das mais fodas que existe no cenário underground brasileiro: o Ecos Falso.

Pra quem não sabe, o Ecos Falsos (segundo eles a melhor banda pós-boyband abaixo do Equador) é uma banda de São Paulo e há pouco mais de um mês lançaram seu primeiro Cd o “Descartável Longa Vida”. Ano passado eles ficaram um pouco mais conhecidos do povo através do programa “Banda Antes: Tour Independente”, no qual eles e mais algumas bandas saíram fazendo uma turnê pelo nordeste. Vamos ao Cd!

Ao colocar o Cd para ouvir, você se dá de cara com uma das músicas mais conhecidas deles, “A Revolta da Musa” que possui arranjos de guitarra nervosos e muito bem elaborados, e no Cd há a participação especial do ícone musical, Tom Zé, que eu diria que é uma espécie de padrinho da banda. Em seguida com arranjos de violão entra “Findo Milênio” onde o Ecos mostra uma das características mais marcantes de suas músicas, as críticas muito bem humoradas, onde, nessa música, eles mostram a podridão da sociedade mundial xD.

As próximas duas músicas são excelentes também, seja “Sentimental” com seus vocais um tanto claustofóbicos, e “Clóvis Bornay Is Dead (Abadá)”, uma crítica aos abadás e felicidade passageira que dominam as pessoas que correm que nem loucos seguindo um carro com caixas de som gigantescas (trios elétricos). “A Última Palavra em Fashion” é uma das músicas mais notáveis do Cd, com guitarras, bateria e vocal extremamente alinhados essa música ainda possui um teclado muito bem trabalhado, além de sua ótima letra que de forma bem irônica mete o pau nessas tendências que dominam o mundo, e algumas vezes a cena underground brasileira.

Seguindo, “Dois a Zero”, conta com a participação da Fernanda Takai (vocal do Pato Fu), que coloca um toque precioso a música, sendo essa a música mais difícil de ser executada ao vivo. “Nada Não” e “Primeira Página” (outra ótima letra), antecedem música mais diferente de todo o Cd “Nunca Ganho”, que com arranjos de violões que lembram até uma música country faz você rachar de rir com o humor presente na letra.

Chegando a décima primeira música do Cd. Pare. Preste atenção. Respire. Pois agora você terá uma revelação, uma experiência religiosa com a música “Bom Amigo Inibié”. Com a idéia de 'vamos fazer uma religião como uma jogada de marketing' nasceu uma fé que já conquistou multidões de seguidores. Tendo arranjos impecáveis (com guitarras em perfeita sincronia) e uma letra totalmente espiritual (“Inibié não tem igreja. Onde houver fé, leva cerveja”), essa música merece uma atenção especial, impossível não se converter após ouvir ela!

Passando por “Réveillon”, cujo clipe rendeu uma indicação de melhor vídeo clipe independente no VMB, chegamos a última música do Cd, “Bolero Matador”. Com letras e arranjos inusitados, essa música fecha muito bem o primeiro de muitos Cds dessa excelente banda. Ah, pra quem comprar o Cd também tem uma faixa extra: “Speedy Porco”.

Ae galera, o link desse Cd eu não vou colocar no 4Shared porque os caras da banda disponibilizaram ele inteiro pra download no Trama Virtual. É só fazer o cadastro e dar uma força pros caras.

Ecos Falso – Trama Virtual

E já sabem. Críticas, sugestões de outras reviews, intimações à comparecer na câmara de gás, nos mandem um e-mail, comentem ou deixem um scrap no nosso profile no orkut.

E-mail: alternativecover@gmail.com

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Falou puevo ^^. Comentários aqui embaixo xD

Que Inibié abençoe a todos!

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Klaxons - Myths of The Near Future

Falaew pessoal! Mais uma vez, Gabriel postando aqui no Alternative, mais uma vez agradecemos por todos os comentários que recebemos, e só avisar que, mesmo não respondendo, nós lemos todos, e fazemos o máximo para seguí-los; é que simplesmente não dá pra responder todos os comentários em cada post seguinte, senão ele acaba ficando gigantesco ^^" Bom, vamos à review:

A review de hoje vai para uma das bandas com carreira mais meteórica que existem no mundo musical atual: Os Klaxons, e o seu mais novo (e único por enquanto) álbum, "Myths of The Near Future. Para ter uma idéia da velocidade com a qual eles ficaram famosos, só saiba que, até maio do ano passado, eles não tinham sequer UMA música lançada. O seu primeiro cd, lançado em janeiro desse ano, foi imediatamente para a lista dos "Top Ten" da música Indie Inglesa, sendo extremamente elogiados tanto pela crítica quanto pelo público (incluindo a mim xD).

Como a maioria das bandas experimentais, o som do Klaxons não tem uma definição exata, alguns dizem ser um indie, outros até criaram um estilo próprio para o Klaxons, o “nu rave” (que eles curiosamente se recusam a ser XD), mas, simplificando, o som deles é um eletronic indie ou um indie mais surrealista.

Bom, vamos ao cd. A capa praticamente resume o estilo: Misturado, surrealista, colorido, novo Uma colagem de estilos, referências e sonoridades, distorções, modificações. (Tanto que o próprio nome "Klaxons" foi retirado do Manifesto Futurista). O cd mantém uma boa consistência desde o começo até o fim, com seus instrumentais inimitáveis, misturando bateria, piano, teclado, guitarra, baixo, e o que mais eles tinham à mão, tudo mixado para dar o efeito mais “viajado” possível.


A primeira música, "Two Receivers" , é uma boa amostra: Começa com equalisadores motificando a bateria , depois vai para teclados, vocais surrealistas, um baixo dando o tom junto com a guitarra, os intrumentos misturados para sonoridades mistas, fazendo você “viajar” na mistura dos sons e no ritmo.

Aliás, como dito anteriormente, todo o CD se mantém nessa linha, então não há muito o que dizer das outras músicas; se fosse fazer uma análise profunda em cada uma delas, iria tomar muito tempo e espaço, além de ser inútil porque, afinal, se é para se fazer análises profundas, é muito mais útil se ouvir o álbum; nesse caso, optei por apenas dar uma visão geral do álbum.

Porém, algumas músicas se destacam, caso de Golden Skans, com seus vocais fodásticos, Totem on The Timeline e a guitarra um tanto quanto “punk” ,"Gravity Rainbow"; interessante pra caramba, pois a cada "refrão" da música, os instrumentos vêm com uma sonoridade diferente; destaque para guitarra e teclado. Mais algumas ótimas músicas, temos "Magick", um dos primeiros singles: Vai de pedaços com estilo indignado, depois vai decrescendo, até ficar melancólico, depois vai crescendo, culmina em solos de guitarra, depois decresce... mexe com a cabeça mesmo essa xD. Por último, vem "Four Horsemen of 2012", a qual é simplesmente a mais surrealista do álbum: vozes abafadas, coros, gritos distorcidos, guitarras distorcidas, bateria variando... Ouvindo, você quase se sente no meio de um quadro apocalíptico.

Detalhe: Há uma faixa escondida no álbum: A última música, "Four Horsemen" acaba no minuto 2:22, depois disso vem 15 minutos de silêncio; no minuto 17, há uma música instrumental... perturbadora o.o

Ouça: "Golden Skans", "As Above and So Below", "Gravity's Rainbow", "Magick"... aliás, esse é um cd para ser ouvido inteiro, já que não há musicas que se destacam especialmente.

Download CD (link direto)


Bom, é isso, espero não ter enchido muito a sua paciência, mas se enchí, vocês já sabem: Vaias, Protestos, Fuzilamentos, manifestações públicas, sugestões, (se quiser elogiar pode também), já sabem:

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Comentários: Para quem não souber, o tradicionalíssimo botãozinho daqui de baixo ^^"

Edit: Post editado seguindo sugestão de leitores; caso achem que há algo a melhorar no post, e tenham paciência, ajude-nos a melhorar, sim? Muito obrigado desde já!

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

The Killers - Sam's Town

Fala ae puevo! É o Jassa aqui xD. Então galera, antes de tudo agradecer ao pessoal que está comentando o blog (espero que estejam gostando), também agradecer o pessoal que aderiu a causa e está ajudando na divulgação, layout, etc. Antes dos avisos da paróquia, no meu último post eu usei uns termos que a galera não entendeu e tals, então vamos ao ‘Glossário do Jassa’: acho que o que gerou mais dúvidas foi o ‘pós-punk oitentista’, então, rapidamente falando, o pós-punk foi um estilo de música que surgiu na Inglaterra mais ou menos em 1978 (pra quem não sabe o início da decadência do punk inglês), então alguns integrantes de bandas de punk conhecidas, como o vocal do Sex Pistols, passaram a explorar outros sons e tals. No pós-punk é característico o uso de sintetizadores (“tecladinhos com efeitos eletrônicos”), o baixo passa a ter um papel mais destacado e a guitarra muitas vezes é usada como uma espécie de “back-vocal”. Tipo tem MUITO mais coisa que tinha pra falar e tals, mas eu prometo que mais pra frente eu escrevo um artigo fodão falando tudo sobre pós-punk. Ah, e vamos combinar um lance, tipo como vocês viram que eu escrevo uns termos meio diferentes e tals, aí o que vocês não entenderem deixem nos comentários ou mandem e-mail que eu explico no próximo post, beleza? Vamos aos avisos da paróquia: o layout novo ta ficando fodástico, ta muito rox mesmo! E aguardem, uma surpresinha vai rolar aqui no blog quando vocês menos esperarem. Agora chega de embromação e vamos ao que importa ^^.


Minha review de hoje vai pro segundo álbum de uma das melhores bandas de rock que apareceu desde o início do milênio, o The Killers, que tocou no Brasil essas semanas atrás e o fato de eu não ter ido me fez ouvir compulsivamente os dois Cds deles. Então, após o estrondo que o primeiro Cd do The Killers fez, todo mundo ficou meio inseguro com o que aconteceria com o sucessor do tão bem sucedido Hot Fuss, que lançou a banda para o mundo. E pra alegria dos fãs o ‘Sam’s Town’ superou a expectativa de todos, mostrando toda a qualidade e originalidade de Brandon Flowers e companhia.

Logo na primeira música, que leva o nome do Cd, os riffs da guitarra de Dave Keuning junto com teclados muito bem colocados mostram que esse Cd promete! A segunda música ‘Enterlude’ serve como intro para o primeiro hit desse Cd, ‘When You Were Young’, que facilmente estourou nas rádios gringas pela sua lírica presente nos vocais e teclados, o que aliás se tornou o grande diferencial do som do Killers, com arranjos muito bem elaborados, os teclados criam uma atmosfera perfeita pras músicas, em algumas músicas dando um ar que pode ser comparado com os teclados usados durante a época em que a new wave dominou o cenário musical.

Passando por ótimas músicas, que em nenhum momento deixam perder o brilho do cd, chegamos na belíssima ‘Read My Mind’, onde eu ouso dizer que é, de todas as músicas do Killers, a que o vocalista Brandon mostra a essência de seu talento, fazendo um vocal forte e lírico, ou seja, algo impecável que poucos fazem. Após o clima um pouco mais calmo de ‘Read My Mind’ chega ‘Uncle Johnny’ com riffs de guitarra extremamente poderosos, porém não perdendo o ar harmonioso que é marca registrada da banda, ela poderia ser a melhor música do Cd, caso não fosse a próxima, a belíssima ‘Bones’. Me arrisco a dizer que se não fosse pela música ‘Mr. Brightside’ do primeiro Cd, essa seria a melhor música do Killers. Tendo os teclados, guitarras e vocais em perfeita harmonia, como em todas as músicas, o diferencial de ‘Bones’ está na presença de metais (sax, trompete, trombone, coisas do tipo) que deixam a música perfeita, sem qualquer defeito, além dos metais, outro ponto forte dessa música está nos backs vocais no início da música que entram como um verdadeiro coro, lembrando algumas músicas do Queen. Como diria um amigo meu: essa música é uma ópera!

Passando por outras músicas excelentes chegamos a ‘Exitlude’ que seria mais ou menos a “versão estendia” da música “Enterlude”. Após isso, temos a totalmente dançante ‘Where The White Boys Dance’(bonus track) que seria no caso a música mais experimental de todo Cd. Para finalizar temos a bela ‘All The Pretty Face’(bonus track) que encerra com perfeição esse Cd épico, um dos melhores Cds que tive a chance de escutar. O ‘Sam’s Town’ vem pra comprovar todo o talento do The Killers e mostrar que se eles hoje têm o sucesso que tem, é porque fizeram e fazem muito por merecer. Espero que eles voltem logo ao Brasil porque se eu não ver um show deles, terei traumas pro resto da minha vida hehehe.

Músicas FODAS: When You Where Young, Read My Mind, Uncle Johnny, Bones. (mas baixem o Cd todo, vale a pena!)

Contra burguês, baixe mp3! (no nosso 4shared ^^)

http://www.4shared.com/file/28608001/44da300b/The_Killers_Sams_Town.html

Críticas, sugestões, pedidos de reviews, consolo para meninas que brigaram com namorado recentemente. Entrem em contato!

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Comentários? Clique no comentários xD.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

White Stripes - Icky Tump

Salve salve, amigos! Aqui é o Gabriel, e gostaria de dizer que é um prazer estar escrevendo aqui, muito obrigado pelos comentarios e sugestoes, vamos fazer o possivel para deixar os nossos posts cada vez melhores, afinal, queremos que as nossas bandas fodásticas mereçam no mínimo reviews bem-feitas; acho que vocês já devem ter percebido que eu o Jassa escrevemos diferente... ele conhece mais história da música, e usa mais termos técnicos, enquanto eu... Bem, só tento falar o que eu achei do cd, sem muitas comparações; acho que quanto mais simples, melhor; assim, a gente tem certeza que ao menos um de nós está acertando no estilo, embora cada um revise o post do outro, para garantir a qualidade. A propósito, nosso layout está sendo desenvolvido, e não falta muito pra vocês verem a verdadeira cara do blog; junto com o novo lay, vamos mostrar uma surpresa que vinhamos guardando a algum tempo... mas isso vai ficar pra depois .Bom, sem mais enrolação, vamos à review:


A Review de hoje vai para uma das bandas mais bem-sucedidas do momento: O duo White Stripes. O White é "Um exército de duas pessoas", pela sua originalidade musical, pela capacidade de fazer sucesso com música experimental, e por sua qualidade; e é aí que VOCÊ, meu bom leitor, irá dizer "Ãhn, más Gãbríell, eun jã tinhã õuvindõ fãlãr qui ezi tál di Istraipes já é fãboso..." bom, mas eu digo, CALMA, meu caro leitor fanho! O propósito do blog não é só falar de bandas que só o vizinho da tia do guitarrista conhece, (embora essas sejam usualmente as melhores); o propósito é falar de boas bandas, com qualidade musical maior que a média, não importa se tenham cem ou um porrilhão de fãs; não somos tão indies a ponto de achar que qualquer banda famosa é ruim (embora essa seja a regra geral xD)

O Stripes é formado por apenas duas pessoas, Jack e Meg White; (curiosidade: desde o começo da banda, todos achavam que eram irmãos; porém, descobriu-se que eram um casal... divorciado oO) Uma peculiaridade interessante é que eles sempre gravam os seus cds em equipamentos de baixa qualidade, antigos e obsoletos; a guitarra mais nova de Jack é da época de 70, e o Album Elephant, de 2003, foi gravado com com equipamento da época de 60; Isso dá para os cds um tom absurdamente original, com musicas experimentais ouvidas como se estivessem sendo tocadas em um disco de vinil velho... coisa de louco.

Quanto aos instrumentos, são um tanto quanto limitados, já que, afinal, só tem dois músicos, correto? Bem, em parte. Eles sabem como combinar o melhor de cada instrumento, e geralmente se concentram em três instrumentos, que podem ser tanto Guitarra, Vocais e Bateria ou Vocais, bateria e piano(de vez em quando teclado). A Impressão que se tem, ao ouvir Icky Tump, é de guitarras sendo usadas como bateria e baixo. Ao mesmo tempo.

Bom, agora vamos ao álbum. A primeira música, "Icky Tump", já mostra o que a banda quer dizer. Guitarra marcando ritmo, bateria apenas reforçando, vocais fortes, distorções, baixa qualidade de gravaçãos, está quase tudo aí; a segunda já usa o esquema bateria, teclado e vocais; aí VOCÊ, sim, VOCÊ MESMO, meu bom leitor dedicado, irá me dizer "Ãhhhnnn, eu õuvin a munsícã e denpõis dinha guitãrra..." muito bom, amigo leitor, admiro sua dedicação em tentar provar que estou errado! Mas se você prestar atenção, verá que NUNCA haverá, no cd inteiro, nenhuma hora tocando mais que três instrumentos ao mesmo tempo, o que é algo que seria limitante para a maioria das bandas, porém o White usa com maestria para novas experiências musicais... como dizem, quebrar a monotonia.

A próxima digna de nota é uma das músicais mais experimentais do álbum: "Conquest". Guitarra e bateria dando o ritmo de música de tourada, com a voz fazendo o resto? Indescritível, essa você tem que ouvir para entender; esqueça o que eu disse, essa música é única, não tem ritmo em que possa se encaixar. Depois de algumas músicas diferentes, com participação especial de... gaita de foles, vem outra música excepcional: "Little Cream Soda". Quer ver o que uma guitarra pode fazer sozinha, sem toda aquela velocidade do Metal, mas te dando tempo de curtir cada um dos sons? Ouça. Após algumas outras, virá mais uma digna de nota (sim, esses caras são fodas em fazer rock sim) . Pegue Blues, Punk, um toque de country (nao aquele brega; a melhor parte do country), uma dose de experimentalismo, uns riffs de guitarra tão distorcidos q vc nao sabe como a corda nao quebrou, misture tudo. Assim você terá "Catch Hell Blues". Por último, virá Effect and Cause. Essa, confio que vocês quererão ouvir e entender vocês mesmos ^^"

Play se:
- Acha que rock é muito mais que "O vocal, o batera, o guitarrista e o baixista"
- Quer saber até onde vai inovação com instrumentos antigos.
- Acha que baixista só conta ANTES de começar a música
- Quer descobrir novas maneiras de se fazer música
- Originalidade é o que importa

Eject se:
- Uma banda de rock é esses 4. E acabou. No máximo, uma guitarra a mais.
- Rock bom é o que todo mundo ouve
- Tradição vale mais que inovações.
- Não é só porque é novo que é bom
- Você é baixista

Download (link direto): .AQUI (parte 1)
.AQUI (parte 2)
Faça o Download dos 2 na mesma pasta, depois é só extrair a parte 1.

Bom, muito obrigado pela sua paciência de ler tudo isso, espero ter feito uma boa review, e vocês já sabem, comentários, sugestões, elogios, protestos, queimar na fogueira, vocês sabem aonde nos encontrar; quanto aos downloads, anuncio que inauguramos nossa conta no 4shared, aonde nós mesmos uparemos os cd's, para garantir a qualidade das músicas dos nossos caros leitores; muito obrigado de novo, e aguardem pelo nosso novo layout, sim? Não desistam de nós ainda!

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domingo, 4 de novembro de 2007

Bloc Party - Silent Alarm

Falae puevo ^^! Aqui é o Jassa e depois da review foda que o Gabriel fez sobre o Cd da Hellogoodbye, vou tentar escrever uma. Mas, antes disso, queria em meu nome e do Gabriel agradecer o pessoal que está comentando aqui, ao pessoal que ta dando uma força na divulgação (salve Silver e Tha!). Queria falar também que os posts agente vai a princípio mandar de dois em dois dias que aí dá tempo pra divulga e tals, além disso, o layout do blog já ta em desenvolvimento, aguardem. Então vamos ao que interessa! Andale! Andale!

Quando fui pensar no Cd que iria escrever, foi muito hard decidir, mas acabei optando por um dos poucos Cds que eu nunca consigo enjoar o Silent Alarm (2005), primeiro Cd da banda inglesa Bloc Party. Logo na primeira música do Cd, “Like Eating Glass”, já se percebe a proposta dos caras, em poucos minutos música passa de uma intro calminha pra riffs de guitarras que lembram muito o pós-punk do The Cure e Joy Division. O Cd é muito bem trabalhado, seja falando dos arranjos como das letras do Cd. Ele passa desde riffs rasgados como em Helicopter (impossível ficar parado ouvindo essa música), a todo sentimentalismo presente em Blue Light (sem dúvidas minha música preferida) e termina com a um pouco mais experimental Compliments. Não foi a toa que a banda caiu nos braços do público europeu e sem dúvidas hoje em dia é um banda referência da retomada do pós-punk oitentista.

Se você curte um som que vai te fazer relembrar os anos de Public Image, essa é a banda.

Músicas FODAS: Helicopter, Blue Light, This Modern Love e Luno.

Contra burguês, baixe mp3!

Download (link direto)

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sábado, 3 de novembro de 2007

Hellogoodbye - ZOMBIES! ALIENS! VAMPIRES! DINOSAURS!

Falaí pessoal! Aqui é o Gabriel, parceiro do Jassa; bom, até agora nem me apresentei direito... e acho que vou precisar, afinal a maioria dos comments até agora foi pro Jassa mesmo xD Sei lá o que falar... aliás, nem precisa; no meu perfil tem um pouco, e se você tá lendo quer ouvir de música, não é? Senão aqui acaba virando blog emo xD. Mas queria falar muito obrigado pro pessoal que está apoiando a gente, pelo Jassa, o louco que teve a idéia, e espero que vocês gostem do nosso hobb... ops, trabalho ^^";



A review de hoje vai para uma banda que está começando a sair do underground, e abrindo suas asas para a fama alternativa: O Hellogoodbye. Como diz o nome, eles se inspiraram em várias bandas clássicas, como os Beatles (afinal, alguém lembra da música "Hello, Good Bye?"), e ainda assim usam de efeitos modernos nas suas músicas; não se deixe enganar pelo nome do cd; é uma banda bastante interessante de se ouvir, pois é interessante em absolutamente todas as músicas, e além de tudo, é MUITO versátil; a sensação de ouvir "All of Your Love" (Música com vários efeitos eletrônicos, vocal um tanto distorcido, porém absolutamente harmônico) e em seguida "Baby It's Fact" (Música simples, vocal simples, esquema simples; consigo ouvir ela 10 vezes seguidas e não enjoar), e perceber que as duas são geniais, diferentes, e feitas pela mesma banda, é impagável. Eles têm apenas dois CD's lançados: "ZOMBIES! ALIENS! VAMPIRES! DINOSAURS!" e um EP. Apenas o "Zombies" já é o suficiente para entender a banda; mas caso você vidre na banda, você vai querer achar o EP, fatalmente.

Play se: -Você curte indie
-Você curte rock alternativo
- Está aberto a experiências novas

Eject se: -Só curte o bom e velho rock'n'roll. E nada mais.
-Acha que só a guitarra pode ser o astro do show.
-Não gosta de vocal alternativo
-Pensa que já achou todas as bandas que gostaria de ouvir

Não deixe de ouvir: "All of Your Love", "Baby It's Fact", "Figures A and B"

Download (torrent)
Download(link direto)
Desculpe-nos, pelo inconveniente, o link anterior estava necessitando de código para abrir, mas esse está ok!
Criticas, sugestoes, elogios, vaias, deixem aonde quiserem: Orkut, e-mail, comentarios, vocês escolhem; queremos saber a sua opiniao!
Orkut: http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=603536934527650557
E-mail: alternativecover@gmail.com
Comentários: esse botãozinho aí em baixo xD

Alternative Cover!

Com muita honra iniciamos um novo projeto idealizado por nós, Gabriel e FelipeJassa’. O projetoAlternative Cover” consiste em falar de música de uma maneira descompromissada, saindo da mesmice que o assunto é tratado em meios especializados, de um jeito que só quem se mantém atualizado no cenário musical consegue.

Portando de um gosto musical parecido, vamos atualizar constantemente o blog, comentando dos discos de nossas bandas preferidas, dando ênfase a bandas que ainda estão no cenário underground; afinal, quem lê aqui, ouve antes!

Outro ponto forte é a interatividade que queremos proporcionar, em todos os posts haverá o e-mail do projeto e o link do nosso profile no orkut, para que você, que acompanha o site, possa sugerir análises ainda não feitas.

Sem nenhum compromisso, as críticas que aqui serão escritas tem o objetivo de passar o sentimento que cada CD proporcionou, desde a revolução de Sgt. Peppers até as últimas novidades da cena underground européia, e também, é claro, divulgar algumas bandas pouco conhecidas em território brasileiro que deveriam ser valorizadas pelo excelente trabalho. Esperamos que gostem do projeto, nosso layout ainda está em desenvolvimento, mas logo o blog vai estar 100% no ar.


E-mail: alternativecover@gmail.com