terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Férias... ou não

Fala ae galera! Então, esse post é só para avisá-los que o blog vai entrar em uma espécie de férias. O motivo dessas férias são dois:

1º Eu e a Kell somos humanos também, então como não vai dá pra ficar postando regularmente nas férias, resolvemos dar uma relaxada e tals.

2º Durante esse período nós vamos discutir algumas reformulações pro blog, que serão postas em prática assim que as férias acabarem (lá pro final de janeiro). Resolvemos fazer isso para que consigamos melhor cada dia mais o blog.

Desde já grato pela compreensão de todos!

Boas Festas!

(bebam com moderação)

(eu juro que vou tentar ^^)

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Hole - Celebrity Skin

E aaaaaai galera,Kell aqui. *numa tentativa desesperada de fazer uam review decente apesar dos pesares.*
Antes de começar ,gostaria de agradecer as boas vindas do Jassa ( também para os mais íntimos:bundudo) e a todos que leram e comentaram;obrigada mesmo.
Logo haverão mudanças no blog,e esperamos que fique pronto o mais breve possível.
Então... sem mais demora,vamos a review de hoje! \o/


Hole,sim a banda da Courtney Love,mas por favor,deixemos de lado as teorias conspiratórias de que ela foi responsável pela morte de Kurt Cobain, e nos concentremos na música. A banda foi criada em 1989 por Courtney Love e Eric Erlandson, e seu fim,foi oficialmente dado em 2002. Infelizmente a banda acabou mesmo, e não restam esperanças de shows para nós pobre fãs ,mas a música é boa, então vale escutar.

Celebrity Skin foi o último álbum lançado pela banda,e pode-se dizer que o mais pop de todos, mas ainda assim, deixando transparecer suas tendências punk rockers,grunge e afins.Billy Corgan “ajudou” na composição de 5 das 12 músicas do álbum e nos arranjos ,então vamos combinar que ele havia de ser bom.

Hit So Hard,Dying,Petals e Northern Star são as “baladas” desse álbum,as mais calmas , acompanhadas por violão e a voz de Courtney e todas suas variações ,que com certeza fascina a muitos. Tratam em geral sobre amor/ódio,libertação,dependência, e Northern Star em especial trata sobre esperar alguém,e nas esperanças que criamos ao longo dessa espera,vamos lá, todos já passaram por isso (e quem não passou: acredite,você tem sorte.) então,acredito que muitos irão se identificar.
Passamos então por Boys on the radio; Playing your song; Heaven Tonight; Use once and destroy, todas muito boas, mas não as considero tão eletrizantes quanto Awful e Celebrity Skin, a música que dá nome ao álbum e fala basicamente sobre a vida de uma pessoa famosa.

Pode-se dizer que esse albúm,foi realmente uma maneira digna de encerrar a carrerira da banda.E apesar de ser o mais pop,ainda carregava toda a essência que torna Hole inesquecível ,trazendo mensagens e pontos de vista mais fortes em relação aos anteriores.


Enfim, tenho a terrível sensação de que estou esquecendo de algo. Mas isso... não importa vai
-.-‘

Até a próxima ;]



odeia final de ano? levou chifre da namorado(a)?reprovou na escola? perdeu o emprego?
respire fundo... e deixe seu lamento.

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Até mais, pessoal!

Bom, sei lá como falar isso... aqui é o Gabriel falando, e estou saindo da equipe oficial do blog; motivos podem incluir (ou não): vagalidade, vagabundagem, problemas amorosos, preguiça, falta do que fazer, bullying (definitivamente) e, whatever, não vou me demorar ^^"

Muito obrigado a todos os que se deram ao trabalho de comentar, e continuem visitando, não é só porque eu saí que o pessoal vai desistir! *interrompe a festa do Jassa ao lado: "Vocês não poderiam AO MENOS se dar ao trabalho de FINGIR que vocês se importam?" "Tá bom..." *desliga a música*.

Bom, é isso t+ pessoal!

Last Nite... she said... *sai pela porta dos fundos cantarolando*.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

30 Seconds To Mars - A Beautiful Lie

Fala aew galera! Jassa na área xD! Bem, antes de tudo, gostaria de me desculpar pela falta de atualização do blog e tals, mas é que eu e o Gabriel estávamos viajando, então para não sobrecarregar a Kell (Bunduda para os íntimos *alguém vai me matar depois dessa*) agente tirou uma “folga”. Falando na Kell, muito foda a review dela né? Então espero estar agradando um público maior com a chegada da Kell (Seja muito bem vinda ^^). Como o Gabriel está tendo alguns problemas com o computador, vou postar na vez dele tranqüilo? VAMOS A REVIEWWWWWW

Bem a review de hoje vai para o Cd “A Beautiful Lie” da banda da Califórnia 30 Seconds To Mars, que ultimamente vem fazendo um grande sucesso mundial (não é a toa que ganharam um prêmio no EMA desse ano). Você meu caro leitor, deve estar pensando “Porra o Jassa vai falar de emo aqui?”, pois bem meu caro amigo alienado, quero deixar claro que não tenho nada contra o som dos emos, o que eu odeio do fundo do meu coração são pessoas modinhas que seguem ideologias ou ouvem músicas só porque elas estão na mídia momentaneamente. E outra, creio que se você ouvir o som dessa banda e ver as letras, você irá ver que são muito mais profundas que coisas do tipo: “minha namorada me chifrou portanto vou cortar meus pulsos”.

Pois bem, vamos ao Cd. Ao começar a ouvir o segundo Cd da banda composta por Jared (vocais), Tomo (guitarra), Shannon (bateria) e Tim (baixo) você se dá de cara com a música “Attack” que em meio a riffs de guitarra e vocais que vão do lírico a mais pesada distorção, inicia-se o Cd. “Beautiful Lie” tem seu potencial na letra, sendo essa a primeira música que eu diria que deixa claro a maior diferença desse Cd para o primeiro: a maturidade conquistada pelos músicos seja expressa em seus arranjos como nas letras, falando da ilusão a qual muitas vezes nos inserimos quando nos prendemos ao passado, essa talvez seja uma das melhores músicas do Cd.

A música seguinte, “The Kill”, combina mais uma vez arranjos fortes com a lírica do vocalista, onde ambos explodem no refrão, vale ver também o lado pessimista expresso na letra e na linha harmônica que o vocal leva nessa música, algo como se fosse uma voz buscando libertação, que é extremamente ressaltado em vídeos na versão ao vivo da música (vou deixar um link do vctube no final do post ^^).

Passando por “Was It A Dream”, “The Fantasy” e “Savior” chegamos a música que talvez seja a mais conhecida da banda, pelo fato de seu clipe ter ficado extremamente conhecido: “From Yesterday”. Uma curiosidade dessa música, é que o clipe foi um dos primeiros clipes gravados na China, e o mesmo se destaca por toda sua expressão cinematográfica (para quem não sabe o vocalista da banda também é ator, e já fez alguns filmes conhecidos como “Senhor das Armas” e “Clube da Luta”).

“Re-volve” eu diria que talvez é um sentimento de indignidade perante o panorama mundial onde políticas dominam as pessoas e cada vez mais pessoas não encontram sentido para viver (e para nossos leitores alienados, basta procurar qualquer relatório e ver o drástico aumento do número de pessoas que são diagnosticadas com casos de depressão), é como se toda essa situação que o mundo vive estivesse sufocando as pessoas em seu próprio passado e presente.

Encerrando o Cd vem a música “Hunter” que possui uma atmosfera diria que até um pouco assustadora, marcada de ruídos e um vocal sussurrado, que parece brigar em meio a gemidos para se destacar, sendo assim a música que mais sai do padrão da banda. E assim se encerra este ótimo Cd.

Enfim galera, espero que não tenha enchido muito vossos sacos e é isso ae. O link do download e vídeo estão abaixo.

Download – A Beautiful Lie

Versão Live da música “The Kill”

E já sabem, lamentos, aulas particulares, desespero causado pelas notas de final de ano. Abra seu coração com agente!

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Comentários, clique aqui em baixo xD

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Streetlight Manifesto - Everything Goes Numb

-“But…what the fuck she’s doing here?”-Você deve estar pensando… caaalma, eu explico.
Eu sou a kell, amiga do Jassa, e agora a nova integrante do Alternative Cover.Oh man ,uma menina entre os cuecas daqui.Espero colaborar com o blog, e fazer um bom trabalho,sem decepcionar quem tem colaborado ai com o blog,e todos que acompanham as reviews.

Então, chega de enrolação!Vou começar hoje com um estilo ainda pouco explorado aqui no Brasil, o punk-ska.
Para quem ainda não conhece, essa variação do punk traz músicas com seu ritmo marcado por saxofones, trompetes e trombones, além de claro as boas e velhas guitarras, bateria, e baixo.
O ritmo sempre rápido (e tenho que admitir: realmente viciante); é o tipo de música que você não consegue não cantar junto, dançar, e arrisco: até fingir que faz parte da banda



Como review de hoje, uma das melhores bandas de ska norte-americana: Streetlight Manifesto, que foi formada por ex-membros das bandas “Catch 22” e “One Cool Guy”.
Seu primeiro cd foi lançado em dezembro de 2003 com o titulo de “Everything Goes Numb” e mesmo que o estilo não tenha grande repercussão, foi reconhecido no cenário de música alternativa e conquistou uma boa galera por ai.

“Everything Goes Numb” começa com a música que da nome ao álbum, e em sua introdução há influências do ritmo “mariachi, e depois o ritmo fica bem marcado pela bateria, esse “contraste” dá um destaque especial a essa faixa.
Passando por “That’ll be that day”,temos “Point Counterpoint”,com certeza a minha preferida:começa com o violão e somente a voz do Tomas(vocalista) acompanhando até que entra a bateria,e a música ganha um novo rumo;a letra trata sobre suicidio mas de uma maneira um pouco sádica, e não algo do tipo “are you sick of everyone around,with their big fake smiles and stupid lies,when deep inside your bleeding”( Simple Plan -para quem não percebeu ) .

“If and we rise again”, você se sente excluido? Estranho? Escute essa,e vai se sentir melhor,garanto.
Passando por “A better place,a better time”, “We are the few”,
"Failing, Flailing", "Here’s to Life", "A Moment of Silence", "A Moment of Violence” , "The Saddest Song" e a ultima faixa então : “The Big Sleep” que faz referência a Bob Dylan;e fala em geral de uma pessoa impossível de se conviver,e com certeza todos irão se indentificar com a letra, afinal quem não conhece alguém impossível, “666 from hell”, (mas que no fundo você ama)que atire a primeira pedra.

Enfim, EGN segue uma linha de ritmos parecidos, mas que não se tornam enjoativos ao longo do cd (então não adiantaria passar horas aqui explorando cada mínimo detalhe das músicas);é um pouco sádico,da pra dançar,cantar,deixa as pessoas mais felizes e agitadas,é simplesmente perfeito. Escute-o com mais atenção do que escuta sua própria mãe.
E agora você deve estar pensando : oras, mas ela só vai falar isso do cd?
-sim meus caros, isso já basta,agora vá correndo baixar EGN,e entenda
o que digo.

Até a próxima, se tudo der certo. ;]
Download do álbum Everything Goes numb:

http://www.mediafire.com/?cf1mbftum2g
[prometo postar no 4shared depois,mas digamos que ele não quer colaborar comigo agora. ¬¬]


Sugestões?criticas?reclamações sobre o namorado? problemas com o vizinho? Baixa auto-estima? Vamos lá,abra seu coração e clique neste adorável link abaixo, e comente por favor.É rápido,fácil e não mata.
;]

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Rock Rocket - Por Um Rock Mais Alcoólatra e Inconsequente

Fala se galera!!! Jassa mais uma vez aqui! E meu, cada dia que passa mais contente eu fico com o blog e ver que as pessoas estão curtindo e aprendendo (até eu conheci umas bandas novas com o blog, graças a review do Gabriel sobre o The Rapture xD)). Bem, um agradecimento ao povo que tem visitad o blog e principalmente para os que dão sugestões para melhorá-lo. Sem mais delongas, Let’s Go to REVIEW!


A review de hoje vai pra uma banda de São Paulo, Rock Rocket, formada pelo trio: Noel (vocal/guitarra), Alan (bateria/vocal) e Pesky (baixo/vocal), que vêm até agora com seu único Cd, “Por Um Rock Mais Alcoólatra e Inconseqüente”, conquistando a cena independente do país com um punk influenciado por Ramones, Sex Pistols. Enfim, um som simples, porém empolgante.

Bem, como o Cd todo segue praticamente uma mesma base de arranjos, vou falar da parte musical dele em geral, e depois vou música por música especificando letras (o grande diferencial), e algumas variações em sua harmonia. Em geral o Cd é um punk bem simples, lembrando muito Ramones na parte de arranjos, possui riffs de guitarra bem pesados e em sua maioria graves, baterias eufóricas e bem rápidas, além do baixo ditando toda a velocidade da música. Basicamente o som do Cd se resume a isso,

O Cd inicia com a música que leva o nome: “Por Um Rock Mais Alcoólatra e Inconseqüente” começa a mostrar que a banda estava um tanto bêbada quando gravou o Cd, com vocais insanos, inicia-se. A música seguinte mostra um lado mais ‘brega’ da banda (vide o clipe dessa música), “Puro Amor Em Alto Mar” exalta o espírito do rock que a banda possui em seu Cd inteiro, dotada de berros alcoólicos, a música possui todo o espírito insano da banda, além de uma letra que vale a pena prestar atenção.

Avançando para a quarta música do , “Cerveja Barata” mostra todo o dilema que os cachaceiros do país vivem: cervejas extremamente caras em botecos, sendo que nenhum cachaceiro se importa com o bar, desde que a cerveja seja barata. “Quem Depilou Meu Rabo” é quase uma confissão de um porre seguido de uma ressaca que não deu muito certo, com arranjos simples e vocais mais uma vez banhados de cerveja, a música se destaca pelo seu humor presente na música (ou vai dizer que “Minha calça está arriada/Minha cueca toda rasgada/Quem depilou o meu rabo” não é no mínimo engraçado?).

Ao chegar em “O Babaca e a Meretriz” mostra um lado mais calmo da banda, saindo dos riffs de guitarra, grooves de bateria e o baixo extremamente rápidos que compõe um bom punk. Além disso, essa música mostra os sentimentos de um homem que foi deixado por sua mulher só porque ele seduziu a irmã mais nova dela, mas sem cair naquela viadice emo, o personagem dessa música ao invés de cortar seus pulsos quer mais é socar o nariz do seu sucessor. *essa música merece o selo “As feministas Agradecem”*

“Filho do Rock and Roll”, faz uma crítica a pessoas que são modinhas e seguem tendências afirmando que o rock morreu (como diz na música: “A esses eu grito no ouvido você ainda não me conheceu”), mostrando que o rock só morre para pessoas sem cérebro que seguem qualquer modinha nova que apareça na mídia. Após isso vem mais uma música digna do selo “As Feministas Agradecem”, afinal “Lizzie” não é o tipo de mulher que feministas dizem ser uma mulher de verdade, uma mulher “prendada”. Sendo esta, uma das melhores músicas do Cd, falando tudo o que tem que ser dito sem eufemismos nas palavras.

Para encerrar , “Roqueiros Também Amam” fecha perfeitamente , seguindo o molde de músicas que fizeram o Rock Rocket ser a ótima banda que é, essa música possui acordes e vocais batizados em cerveja, creio que essa música mostra todo o teor alcoólico (afinal pra alguém dançar pelado na mesa de um bar, tem que ter tomado bastante!} que o Cd possui, sendo este não recomendado para menores de 18 anos (mentira)! Ah, o Cd também possui uma faixa extra: “Quem Levou Os Meus Cds”, muito boa por sinal.

Bem, este é o som do Rock Rocket, mostrando mais uma vez a originalidade que o underground possui. Um Cd simples, porém cheio de vontade, que foi gravado e lançado por uma banda que só se importa em fazer seu som e nada mais.

Download – Por Um Rock Mais Alcoólatra e Inconseqüente

É isso ae galera! Sugestões para reviews, indicações de Cds (além os que tão no blog), críticas, apedrejamentos. Fale Conosco!

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Que Inibié os abençoe!

sábado, 17 de novembro de 2007

The Rapture - Echoes

Falaew pessoal! Gabriel aqui, e cara, valeu pela milésima vez para todos os que estão apoiando (e comentando) o blog; Bom, vamos à review de hoje; mas antes, gostaria de colocar uma singela pergunta que surgiu na minha mente:

Qual é a melhor maneira de se apreciar um álbum? Bom, refletindo um pouco, diria que deve ser um lugar calmo, com um clima bom, uma vista legal, sem nada pra te distrair... Por exemplo, quando eu quero ouvir música, mas assim, ouvir música, eu vou para o meu quarto, fecho a porta, deito na cama, ligo o som, coloco em um volume alto, porém confortável, olho para cima: se for dia, para o sol, para os nuvens, céu azul... Se for noite, para o céu profundo, para as estrelas, para a Lua... e é aí que eu geralmente me pergunto: O que terá acontecido ao telhado?


Bom pessoal, a review de hoje vai para mais uma banda de Nova York, The Rapture, e seu primeiro álbum, Echoes; garanto que, se vocês não ouviram ainda, podem até ter ouvido algo parecido, mas nunca igual. Enquanto os Strokes (minha última review xD) se empenharam em mandar o rock de volta pra garagem, o The Rapture quis levá-lo pra dançar. (Tanto que alguns critícos os chamam de Disco Strokes, embora na minha opinião eles sejam muito mais do que isso, eles têm seu próprio estilo)

Integrantes:

  • Luke Jenner (vocal/guitarra)
  • Gabriel Andruzzi (guitarra/teclado/faz tudo xD)
  • Matt Saffer (baixo/vocal)
  • Vito Roccoforte (bateria)


Em todo caso, esses caras dizem que a maior parte da inspiração deles vem do antigo... Pós-Punk da década de 80 (e pra quem não sabe o que é isso, consultar o "Glossário do Jassa", no post dele sobre o The Killers, já que ele explicou bem ^^");

Se quiserem ter uma idéia do quão... versátil é a música deles, eles já tocaram junto com Franz Ferdinand, The Cure, The Killers e... Daft Punk Oo (Clique no link para ter uma idéia de como são esses fodas da música eletrônica)


Uma das coisas mais legais de se ouvir no álbum é que, em algumas músicas, dá a impressão de que cada um está tocando uma música diferente, e que, impressionante, de alguma maneira aquilo dá uma música coerente; o cantor e a guitarra cantam alegremente numa dupla punk, totalmente indiferentes ao fato de que a bateria e o baixo estão em ritmo de disco. Os teclados então, nem se fala, ignoram o resto da banda: E é aí que você se pergunta: Como isso tudo consegue se encaixar tão bem? Boa pergunta. Se achar a resposta, me mande por e-mail.

Agora, ao álbum: Embora, definitivamente, nem todo mundo vá gostar do álbum, com certeza terá seu momento favorito. Mas não espere que o de todos será igual: O álbum é quase tão variado quanto as influências que a banda tem. Tente não pular músicas: Justo quando você pensa que a música não está para você, que está cansativa, e que você irá clicar/ apertar o botão/ usar a Força para mandar um objeto voando para apertar o botão/ whatever, trocar de música, ela irá pular, virar de lado e mostrar uma face diferente.

A primeira música, "Ollio", explora muito bem os teclados e os sintetizadores, para criar uma música eletrônica de qualidade, enquanto a voz de Luke vai se entusiasmando e desanimando completamente alheia ao fato de que a bateria e o teclado não mudam o ritmo em nenhum momento; em todo caso, o ritmo dessa música é viciante;

Passando por "Heaven", com seu "coro" e guitarra punks (nada mal), teremos uma das poucas músicas que podem ser consideradas quase normais do álbum:
"Open Up Your Heart"; justamente por seu ritmo lento, menos efeitos eletrônicos, dispensar a guitarra, o Punk, o House e qualquer outra coisa, se torna uma música excepcional: Chega quase a lembrar Pink Floyd, ou, whatever, viajando um pouco; . Sua intro somente com vocal e piano suaves, indo depois para bateria e baixo combinando, fazem uma belíssima música.

Após de "I Need Your Love" (Que se encaixaria perfeitamente em qualquer pista de dança, com seus sintetizadores dançantes), vem "The Coming Of Spring", uma das minhas favoritas, que mostra bem o lado pós-punk deles, lembrando muito o som do The Cure e do Bloc Party, principalmente a guitarra roqueira, e claro, com o vocal inimitável do Rapture.

Depois, vem um dos clássicos do álbum: "House of Jealous Lovers". Se a questão é saber a sensação da música, essa música sempre que eu ouço dá uma vontade imensa de sair dançando por aí e beijar alguém que eu não deveria... As batidas House, o baixo super bem colocado, a guitarra finalmente acompanhando o resto da música, o vocal indescritível... tudo contribuí para eu colocar essa música como a minha favorita do álbum.

A sétima do álbum, "Echoes", é o maior exemplo da síntese entre o Dance e o pós-punk, com a bateria no "Tum Tum" do house e baixo e guitarras no rock; no fim da música, todos se juntam em uma viajada completa, como se fosse o "clímax" da música.

E ainda não acabou. Passando por "Killing" e "Sister Saviour", duas ótimas músicas, vem "Love Is All", que, usando exemplos do album, parece uma mistura da melodia de "Open Up Your Heart" com... como vou explicar, com o Tom do Echoes, saca? Bom, quando você ouvir você me entende xD

E, para encerrar, temos "Infatuation". Violão, baixo, bateria fraca, voz melancólica... Não parece nem pertencer a esse álbum. Até a metade. Onde aumenta o volume, a voz tem mais convicção, mas ainda mantém-se o tom. Resumindo em três palavras: Uma bela despedida. E eu juro que estou tendo que me controlar para não fazer a review do segundo álbum deles, Pieces ofThe People We Love. Só ao terminar de ouvir Infatuation, e começar a tocar a primeira do outro disco... Não, vamos deixar pra próxima.

Play Se:
- Quer ver a mistura de diferentes ritmos
- Gente nova inovando música antiga.
- Quer música para ouvir sozinho em casa, se entusiasmar, largar o que você estiver fazendo, começar a dançar, bater o dedinho do pé (já que você obviamente estará de meias ou de chinelo), praguejar e se chamar de idiota. E voltar a dançar.

Eject Se:
- Música eletrônica te dá sono.
- Ou é rock, ou é house, ou é pós-punk.
- Dançar é coisa desses pops... Indies não dançam... No máximo, batemos o pé ritmamente no chão. Aliás, nem isso. Nós, Indies, ouvimos música e comentamos com os amigos. É pra isso que ela serve. E se ficar famosa, eu troco.

Ouça:"Ollio", "Open Up Your Heart","The Coming Of Spring", "House of Jealous Lovers", "Infatuation".

- Download - (Link postado por nós, pode confiar ^^")

E claro, vocês já sabem, sugestões, vaias, um ombro amigo para chorar suas mágoas, exigências em relação à autoria de piadinhas, estamos por aí |/,, .



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Ah, comentários... esse botão simplesmente estupendo, escrito "X comentários", e que depois que você comentar, irá para "X+1 comentários" ^^"

Até mais pessoal, obrigado pela atenção, Inibié os abençoe!